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Responsável pela personalização de diversos carros antigos, Alexandre Benevides, da HCB, recebeu o Chevrolet Suburban 1948 e iniciou a reforma e a customização de um modelo totalmente exclusivo. A ferrugem havia tomado conta de toda a lataria do Suburban. Para Benevides e sua equipe, apenas um detalhe se comparado à complexidade do projeto, todo feito em chapas de aço dentro da empresa.

O capô perdeu 7,5 centímetros de altura e o teto, refeito com a inserção de uma chapa emprestada da Caravan 1976, ficou duas polegadas mais baixo. A lateral do carro foi recortada foram instaladas mais duas portas (suicidas). Para deixar tudo lisinho para a pintura, foram gastas pelo menos 16 semanas, em um trabalho de segunda a sábado, das 9h às 18h. Os bancos dianteiros vieram de um Citroën Picasso. Na traseira, que ganhou banco de Volkswagen CrossFox e vidros elétricos, tem até sistema de ar-condicionado dual-zone. O volante modelo Outlaw e as pedaleiras foram feitos a partir de blocos de alumínio. No painel, foi instalado um DVD-player Double Din, também parte de um bloco de alumínio maciço, mas desenhado e recortado em máquina CNC.


Optou-se por uma motorização confiável para substituir o motor seis-cilindros original. Em um cofre totalmente refeito, que esconde toda a fiação elétrica, instalou-se um V8 350 de aproximadamente 300 cv e um câmbio automático TH 350 de três marchas. Um diferencial Dana 44 de relação 3.54:1 completa a transmissão. Para a alimentação, um quadrijet Holley de 450 cfm. Os coxins do propulsor foram apoiados no novo quadro de suspensão dianteira, instalados na posição mais baixa e perto da parede de fogo possível. “Desta maneira, baixamos o centro de gravidade e o resultado é uma bela melhora na dirigibilidade”, admite o customizador.

O sistema da suspensão a ar Air Ride, da Ride Tech, é especialmente desenvolvido para o Suburban e aposenta os feixes de mola originais. Na dianteira, são duas bandejas de cada lado e sistema independente. Na traseira, trata-se de um four-link triangular. Para controlar a altura da carroceria, basta selecionar a opção desejada pré-estabelecida por computador. O sistema de freio completo é da Willwood, desde os reservatórios e servo-freio, aos quatro discos de 12 polegadas com pinças de quatro pistões.

Citroën DS3 Red com pintura perolizada: detalhes em vermelho sublinham estilo do hatch

A Citroën lança logo no começo do ano uma série especial do DS3, batizada de Red (“vermelho”). Ela parte das versões Style e Sport do carrinho, que inexistem no Brasil.

A série foi personalizada com detalhes em vermelho vivo, contrastando com as duas cores disponíveis: preto e branco. As rodas são aro 16″ na versão Style e 17″ na Sport (mesma dimensão das peças no carro vendido aqui). Também a pintura das rodas pode ser em preto ou branco, com centro na cor-tema da série.

A versão Style Red oferece de série um sistema de som especial, enquanto a Sport Red acrescenta sensores de chuva, crepuscular e de ré, retrovisores elétricos rebatíveis com aquecimento e luz ambiente na cabine.

No Brasil, o DS3 possui apenas o motor THP a gasolina, turbocomprimido, que desenvolve 165 cavalos. No Reino Unido, há uma opção a gasolina e duas a diesel com potências menores. Com o propulsor Airdream de 91 cv (a diesel), a Citroën promete um consumo médio de 32,4 km/litro.

A gama DS3 Red custa de 15.655 a 18.060 libras (R$ 51.950 a R$ 59.930). No Brasil, até a metade de dezembro o carrinho de imagem (como Mini Cooper e Audi A1) da francesa emplacou cerca de 700 unidades, de acordo com dados da Fenabrave — ainda longe das 250 unidades/mês pretendidas pela fabricante.

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Desenvolvido pela Peugeot Design Lab, o Conceito Trottinette é um patinete de três rodas elétrico, desenvolvido para uma nova forma de mobilidade urbana que visa melhorar a acessibilidade para a cidade de uma forma prazerosa e fácil.

Modelo possui três rodas para dar mais estabilidade, com motor elétrico na roda traseira, o modelo é divertido e fácil de montar.

O design é esportivo: linhas nítidas são combinadas com volumes sutis e elegantes. Ele é equipado com luzes LED frontal e traseira.

Cada função é totalmente integrada ao projeto e há um cais no guiador para conectar seu telefone móvel. Com um aplicativo dedicado, ele pode exibir todas as informações necessárias: bateria, velocímetro, GPS.

A Hyundai anunciou nesta semana uma nova versão para a gama do cupê Veloster. O novo modelo, batizado de “RE:MIX”, será comercializado no mercado norte-americano entre o final de novembro e o início de dezembro. Porém, apenas duzentas unidades da novidade serão produzidas para abastecer o País.

O novo Hyundai Veloster RE:MIX será exibido na cor cinza com adesivos pretos quadriculados na dianteira, nas laterais e na traseira, com faróis e lanternas em LEDs, rodas de liga-leve de 18 polegadas, emblemas alusivos à edição, tapetes especiais, interior com iluminação em LEDs, chave inteligente com partida por botão, sistema de áudio 450W com oito alto-falantes e um subwoofer.

O modelo será oferecido com preço de 19.900 dólares na versão com câmbio manual e 21.150 dólares no modelo equipado com transmissão DCT de dupla embreagem.

Compacto passa por reestilização para se aproximar do modelo europeu.

A reestilização tenta se alinhar à nova identidade estética da Renault e se aproximar visualmente do modelo europeu. Na frente, a grade ganha mais destaque, invadindo a base do capô e o topo do para-choque – abaixo do símbolo, vai o nome do carro. Os faróis tiveram seu desenho levemente alterado, enquanto o para-choque foi totalmente reformulado.

Na traseira, as lanternas mantém o desenho, mas com nova lente, enquanto o para-choque recebeu um discreto difusor. As rodas também são distintas do modelo atual.

A marca ainda não revelou fotos internas, mas espera-se por novos revestimentos e melhorias no painel de instrumentos. Um dos destaques do Clio 2013 serão as opções de personalização, com faixas na carroceria e retrovisores em cor contrastante.

A Toyota está apresentando um conceito de veículo familiar chamado Camette, visando a promoção de automóveis para uma futura geração de clientes.

O Camette Toyota é um conceito puro, ainda sem planos para a produção. Possui um corpo personalizável, com painéis facilmente removíveis, disponíveis em uma ampla gama de cores e desenhos.

Pesquisa é consagrada como referência no mercado brasileiro para o acompanhamento de empresas emergentes

A construção de uma ampla e moderna fábrica, em Flores da Cunha (RS), somada aos investimentos constantes em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, inovação e capacitação da gestão e dos profissionais e à capacidade de responder de forma rápida às mudanças do mercado e da economia, tem feito a Keko alcançar posição de destaque no segmento automotivo e galgar taxas de crescimento anual efetivo de aproximadamente 20% nos últimos três anos. A expansão acelerada, perene e sustentável da empresa é confirmada pela pesquisa da Deloitte, realizada em parceria com a revista Exame PME, que aponta a Keko entre as 250 Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que mais Crescem no Brasil.

A pesquisa realizada pela Deloitte se consagrou como referência no mercado brasileiro para o acompanhamento de empresas emergentes. Na edição de 2012, identificou as 250 organizações com receita líquida entre R$ 3 milhões e R$ 300 milhões que mais expandiram seus negócios nos últimos três anos (2009-2011). Os resultados podem ser conferidos na edição de setembro da revista Exame PME, da Editora Abril.

A Renault lançou uma série limitada do utilitário Duster chamada Tech Road, com um sistema multimídia integrado ao painel com GPS, rádio e Bluetooth. Ela é baseada nas versões Dynamic, com tração 4×2, e inclui faróis com máscara negra e rodas de alumínio aro 16 pintadas em cinza, além de adesivos.

A série chega às lojas em outubro, limitada a 4.500 unidades. O sistema multimídia é composto de uma tela colorida sensível ao toque (touch screen) de 7 polegadas. Ele inclui uma entrada auxiliar para mp3 player e será oferecido como opcional no Duster 4×4.

Na série especial, o volante tem comandos para o GPS e o rádio. O modelo tem computador de bordo, bolsos nos bancos dianteiros, porta-malas e porta-luvas com iluminação, retrovisores externos com regulagem elétrica, sensor de estacionamento traseiro e volante com revestimento em couro e regulagem de altura. O revestimento dos bancos em couro é opcional. As cores de pintura são branco, cinza, preto e verde.

O SUV da Chevrolet, que chega em 2013 com motores 2.4 flex e 2.8 turbodiesel, mostra a mesma evolução vista na S10.


De uns cinco anos para cá só as esferas públicas ainda tinham coragem de investir dinheiro na compra de um Chevrolet Blazer. Polícia Militar, Bombeiros, Polícia Rodoviária. Claro, pois quem comprava o modelo para o serviço público não trabalhava com o carro, senão não compraria. O Chevrolet Blazer saiu de linha em 2011, depois de 15 anos sem mudanças drásticas. E mesmo precisando de pouco para superálo, não se enxergava o substituto que representasse uma evolução. Até que o TrailBlazer surgiu na Tailândia.

Com o novo e evoluído Blazer a marca pode abrir as portas para um mercado em que participa apenas com o crossover Captiva, a partir de R$ 89.900 até R$ 101.900. Já o Blazer terá um leque maior de opções e preços. De início, serão duas com o motor 2.4 flex de 147 cv e duas com o 2.8 turbodiesel de 180 cv.

Até o fim de 2013 a marca deve lançar também a versão LS, que atenderá justamente o público que mais gostou do Blazer (polícia, órgãos públicos, bombeiros etc.). Será, então, a versão de entrada, disponível apenas com tração 4×2, sem rádio, com rodas de aço e, ao preço de R$ 75.000, com motor 2.4 flex e R$ 90.000 a diesel.

No primeiro contato com a versão top de linha a diesel não dá para pensar que se trata de uma S10 “fechada”. O novo Blazer é um SUV moderno, 2 cm mais largo que a picape e com entre-eixos de 2,84 m. Ao se posicionar para guiá-lo você logo percebe, pela posição ao volante, que da S10 ele só herdou o estilo. A direção fica em uma posição mais ergonômica e as regulagens de altura do assento do motorista são amplas. Você se sente mais “no chão”. Para quem viaja atrás a sensação é boa, mas os que vão na terceira fileira têm de se acostumar ao acesso muito estreito para adultos.

Compacto vai começar a trabalhar como veículo de entregas


A sacada da Mini não é ruim. Imagine o caso: uma mulher, dona de uma floricultura chique, tem duas escolhas para o seu carro de entregas. Pode ser uma van comercial padrão, como a Mercedes-Benz Sprinter, robusta e com um ar sério. A outra escolha é um Mini, que tem o visual que as mulherada adora e, que agora, tem espaço para carregar seus produtos. E essa é a ideia por trás do Mini Clubvan, que havia sido apresentado pela primeira vez no Salão de Genebra deste ano.

É mais fácil entender pensando no Mini Clubman, que serviu de base para o Clubvan. Tire os bancos e janelas traseiras, criando um espaço de 860 litros e que aguenta até 500 kg e, voilá, aqui está o Clubvan. Essa foi a única mudança, mantendo as mesmas dimensões do Clubman – 3,96 m de comprimento, 1,68 m de largura, 1,42 m de altura e 2,54 m de entre-eixos.


No novo espaço do furgão, temos uma rede de aço reforçado separando a carga e o motorista, tomadas de 12V, painéis de policarbonato onde ficavam as janelas do Clubman, e seis apoios para carga.

Não espere por mudanças na motorização, pois ele virá com três variações do mesmo motor quatro cilindros: Mini One Clubvan, com 98 cv de potência a gasolina; Mini Cooper Clubvan de 122 cv também a gasolina; e o Mini Cooper D Clubvan, que possui 112 cv a diesel. Sem grandes mudanças, o furgão conta com os mesmos itens de seus irmãos: tração dianteira, direção elétrica, suspensão MacPherson na frente e multibraços atrás e transmissão manual de seis velocidades com a versão automática de seis marchas como opcional.

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